Já comeu um bom salame? Então, concordamos que é um produto de qualidade avassaladora, mesmo o feito pela indústria, que é feito para obter melhor desempenho econômico do que de qualidade e sabor, se destaca como algo bastante distinto, quando experimentamos.
Bom, como tudo tem uma historia por trás, a titulo de curiosidade, voz trago neste post aqui, a historia do salame.
O salame tem uma longa história, mesmo pré-datando a Roma antiga, feitos por camponeses. Ao longo destes séculos variações regionais, bem como técnicas de preparação criaram vários tipos dessas salsichas, sempre como um produto de carne que podia ser armazenado a temperatura ambiente em terras de clima frio, por períodos longos de tempo se comparado a carne fresca por exemplo, constituindo um suplemento ao fornecimento escasso ou inconstante de carne fresca, em épocas mais remotas.
Feitos inicialmente a partir da carne de porco, dadas as suas características morfológicas e comportamentais, que facilitam a domesticação, transporte e proliferação, sendo tais características fundamentais para tribos nômades e outros residentes dos tempos antigos escolherem o animal, não apenas para a criação do salame, mas como outros ícones da charcutaria.
Os salames diferenciam-se pela finura da carne moída, e cada variedade tem um tipo de consistência de carne. Ele também recebe uma mistura de especiarias, que incluem sal, pimenta, alho, vinho, maçã, erva-doce e, às vezes, canela. Alguns conservantes podem ser utilizados, mas apenas em quantidades permitidas pela legislação. Depois que estas combinações de carne e especiarias são misturadas e embaladas em invólucros naturais ou sintéticos, ele é envelhecido em cavernas frias e escuras. Para por fim se tornar um dos mais complexos e gostosos produtos da charcutaria.
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